um sítio, isto é, um site. foi neste espaço aberto que o grafatório e a É selo de língua, editoras amigas, decidiram se encontrar.

ao longo dos próximos meses, apresentaremos nossas conversas com poetas que experimentam outros modos de existir, mais próximos da mata, dos bichos, das plantas, das pedras, dos rios. deslocados da experiência urbana, esses poetas se dedicam ao cultivo de novas formas de vida-escrita, colhendo experiências urgentes para o planeta em que habitamos. a cada entrevista, uma mutação silenciosa: a palavras se misturam a trabalhos visuais de artistas igualmente atentos aos movimentos e ritmos florestais.


dia 8 de maio, nascimento de gary snyder, poeta anarquista, ecologista, beat, lançamos a primeira mataviva – um encontro com leonardo fróes, poeta e tradutor que há quase cinco décadas vive na região serrana do rio de janeiro.

no final de maio, 31, aniversário de walt whitman, seguiremos adiante pela relva com natália barros, artista nômade que inventa paisagens em cotia, estado de são paulo.

outros encontros irão florescer. para quem quiser acompanhar de perto as transformações do sítio, fique de olho nas redes sociais do grafatório e da É ou escreva para nós para receber notificações via e-mail: mataviva.email@gmail.com


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